Diz que é uma espécie de Universidade
terça-feira, 19 de junho de 2007
Edifício da Moderna em Beja motiva queixa ao ministro
Alguns dos seis docentes que nos últimos dias se demitiram do pólo de Beja da Universidade Moderna, incompatibilizados com o administrador Chambel Vieira, escreveram ao ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, pedindo que investigue o funcionamento da instituição. Ente as queixas apresentadas a Mariano Gago está a aquisição do edifício onde funciona o estabelecimento, à Assembleia Distrital de Beja, na Avenida Miguel Fernandes, por 400 mil euros.
Teresinha Ramos, uma das professoras que abandonaram o quadro docente, afirma que estão em curso cinco acções judiciais contra a escola e revela que o imóvel foi adquirido pela SAGESTI - Sociedade Gestora de Ensino Superior e Investigação, SA - cujos accionistas são Chambel Vieira, a sua mulher, o pai, a mãe e a Dinensino, com apenas 5%. Porém, na escritura pública, datada de Abril de 2007, o edifício surge como sendo de segunda habitação, apenas no nome de Chambel Vieira e da mulher.
A docente garante ter sido esta a forma de contornar os créditos que havia a pagar aos professores. "A Dinensino deixou de ter património e agora não há nada para penhorar, mas entra aqui com o alvará para permitir leccionar os cursos", insiste, dando o seu caso como exemplo. Funcionária da Dinensino durante nove anos, recebeu a notícia de que o pólo de Beja iria fechar. "Mas apareceu Chambel Vieira a querer celebrar novos contratos, onde não tínhamos direito a indemnização. Na boa-fé aceitámos, mas ficámos surpreen- didos ao ver que a Dinensino continuava a ser accionista. A confusão é tal que os alunos, ao pagarem propinas, passam o cheque em nome da Dinensino e ficam com um recibo da SAGESTI. Não se pode continuar a enganar as pessoas", defende.
Com 200 alunos e 40 professores, o pólo de Beja deu os primeiros sinais de clivagem em Março, quando o decano Francisco Palma Lopes, professor de Direito, denunciou um ambiente de "suspeição e medo" entre docentes e alunos, apelando às autoridades para que investiguem casos de alegadas "gravações não autorizadas e cumplicidades estranhas". Estas denúncias valeram a sua suspensão e agora o despedimento efectivo.O DN tentou ouvir Chambel Vieira, mas o administrador da SAGESTI esteve incontactável. Em Março, o administrador disse que a crise se devia apenas a um processo disciplinar contra o ex-docente Paulo Cavaco, por alegadas "infracções".
in http://dn.sapo.pt/2007/06/18/sociedade/edificio_moderna_beja_motiva_queixa_.html
Teresinha Ramos, uma das professoras que abandonaram o quadro docente, afirma que estão em curso cinco acções judiciais contra a escola e revela que o imóvel foi adquirido pela SAGESTI - Sociedade Gestora de Ensino Superior e Investigação, SA - cujos accionistas são Chambel Vieira, a sua mulher, o pai, a mãe e a Dinensino, com apenas 5%. Porém, na escritura pública, datada de Abril de 2007, o edifício surge como sendo de segunda habitação, apenas no nome de Chambel Vieira e da mulher.
A docente garante ter sido esta a forma de contornar os créditos que havia a pagar aos professores. "A Dinensino deixou de ter património e agora não há nada para penhorar, mas entra aqui com o alvará para permitir leccionar os cursos", insiste, dando o seu caso como exemplo. Funcionária da Dinensino durante nove anos, recebeu a notícia de que o pólo de Beja iria fechar. "Mas apareceu Chambel Vieira a querer celebrar novos contratos, onde não tínhamos direito a indemnização. Na boa-fé aceitámos, mas ficámos surpreen- didos ao ver que a Dinensino continuava a ser accionista. A confusão é tal que os alunos, ao pagarem propinas, passam o cheque em nome da Dinensino e ficam com um recibo da SAGESTI. Não se pode continuar a enganar as pessoas", defende.
Com 200 alunos e 40 professores, o pólo de Beja deu os primeiros sinais de clivagem em Março, quando o decano Francisco Palma Lopes, professor de Direito, denunciou um ambiente de "suspeição e medo" entre docentes e alunos, apelando às autoridades para que investiguem casos de alegadas "gravações não autorizadas e cumplicidades estranhas". Estas denúncias valeram a sua suspensão e agora o despedimento efectivo.O DN tentou ouvir Chambel Vieira, mas o administrador da SAGESTI esteve incontactável. Em Março, o administrador disse que a crise se devia apenas a um processo disciplinar contra o ex-docente Paulo Cavaco, por alegadas "infracções".
in http://dn.sapo.pt/2007/06/18/sociedade/edificio_moderna_beja_motiva_queixa_.html
Etiquetas: Beja
segunda-feira, 18 de junho de 2007
Banda Sonora do Blog
Une, deux, trois, quatre
Diz que é uma espécie de Universidade
Diz que é uma espécie de Universidade
Nós vamos colocar o dedo na ferida
Recorrer sobretudo ao humor
Falaremos sobre tudo
Seja funcionário ou Reitor
Digamos...
Que vai haver novidades
E vamos dizer as verdades
De uma forma altamente...te...te
Tipo Gil Vicente e tal
Diz que é uma espécie de Universidade
Diz que é uma espécie de Universidade
Nós quisemos acreditar
Mas não pararam de nos enganar
E será um pouco isso que iremos denunciar
E volta e meia também vão aparecer umas bombas !
Diz que é uma espécie de Universidade
Diz que é uma espécie de Universidade
Nós vamos colocar o dedo na ferida
Recorrer sobretudo ao humor
Falaremos sobre tudo
Seja funcionário ou Reitor
Digamos...
Que vai haver novidades
E vamos dizer as verdades
De uma forma altamente...te...te
Tipo Gil Vicente e tal
Diz que é uma espécie de Universidade
Diz que é uma espécie de Universidade
Nós quisemos acreditar
Mas não pararam de nos enganar
E será um pouco isso que iremos denunciar
E volta e meia também vão aparecer umas bombas !
Etiquetas: Banda Sonora
Expresso 16 Junho de 2007
A 1ª notícia deste blog, embora a Universidade Moderna já tenha um vasto historial de notícias, que nem sempre os responsáveis conseguiram justificar ou explicar.


Etiquetas: Expresso, Falência, Investigação